sexta-feira, 16 de maio de 2014

Jogo Dezenove,Tryne 2.



Logo quando este game saiu, baixei a demo na Xbox Live. Lembro-me de ter gostado bastante, de imediato me remeteu ao jogo de PC que curtia bastante na infância o Lost Vikings. Mas foi só isso. Não me empolgou o suficiente para comprá-lo, na época, havia outros jogos que me pareciam mais interessantes.

Qualquer semelhança com Tryne 2 é mera coincidência?


Pois bem, o tempo passou e muito. Recentemente um amigo me convidou para jogar Tryne 2 online, modo cooperativo. Fiquei um pouco indeciso, até que ele me disse uma frase mágica "o jogo está em promoção no Steam". Fui lá e conferi, o jogo completo, com todas as DLCs por um preço muito, muito bom. Na verdade, menos de 10 reais! Comprei.

Puzzles, Puzzles e Puzzles.


Os gráficos são lindos no PC (no Xbox também, mas por algum motivo achei mais "brilhante" no PC. Placa de vídeo? talvez...). Já os controles me parecem mais resolvidos no joystick. Mas nada que cinco minutos de jogo não resolva, afinal, é rápido a adaptação.


Sim, há combates... mas com pitada de puzzles.

Assim descobri porque o jogo não me atraiu tanto no Xbox: porque eu joguei sozinho. Tryne 2 foi feito para jogar com um (ou dois) amigos. É muito divertido, muito mesmo. Resolver os puzzles, as batalhas, os segredos do cenário através do modo cooperativo é mais prazeroso. Um personagem ajuda outro, cada um com suas habilidades específicas.

Gráficos lindos para desfrutar com seu amigo.


O jogo é bonito e divertido (principalmente no modo multiplayer). a história é legal, os gráficos são belos, os personagens equilibrados. A jogabilidade, no PC, achei mal resolvida, mas nada que uns minutos de treino não resolvam. Enfim, vale a pena jogar.



sexta-feira, 4 de abril de 2014

Jogo Dezoito, Final Fantasy Tatics A2.



O primeiro game spin off da série Final Fantasy que joguei foi o Final Fantasy Tatics do PlayStation (one). Me lembro de ter, em pouco mais de 5 minutos de jogo, aceito o jogo como um dos meus preferidos de estratégia/RPG. Final Fantasy Tatics foi excelente em cada quesito: diversão, gameplay, áudio, gráficos, dificuldade... não consegui, de imediato, encontrar qualquer falha no jogo.

FF Tatics original (Ps one)


Vários anos depois me deparo com o Final Fantasy A2 para o nintendo DS. Me vem de supetão aquele sentimento que fica entre felicidade e medo. Seria um derivado tão bom quanto o original? ou apenas mais uma continuação que só leva o nome do primeiro? Tive que jogar para responder meus próprios questionamentos.



O jogo é sim da família do original, tem o DNA do FF Tatics. claro, por ser parte de uma geração nova, tem suas melhorias e ampliações. De cara percebemos que o Final Fantasy Tatics A2 ganhou mais elementos dos RPGs tradicionais, ficou mais imersivo. Até na hora do combate, existe "missões" para explorar o terreno ao mesmo tempo que nos preocupamos com a luta. Para minha felicidade, na hora da luta, ou seja, do jogo propriamente dito, mantêm muito do original.





O jogo me agrada muito, principalmente por permitir começar jogando na dificuldade "hard" sem precisar finalizar o jogo antes (uma pena que a série Zelda do 3Ds não tenha copiado isso) e também por não ser necessário jogar com a canetinha (stylus). As músicas são boas, a história interessantes, os gráficos mais "cartoon", os controles simples no combate (embora com menus complexos no mapa, deixando os gamers menos familiarizados com o tipo de jogo, perdidos nas primeiras horas). Enfim, recomendo, jogo e voltarei a jogar.  


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Jogo Dezessete, New Super Mario Bros.


New Super Mario Bros. Para o Nintendo DS é uma volta ao melhor do universo do Mario. A ideia é essa mesmo, a Nintendo quis fazer uma espécie de remake do Super Mario Bros. original na visão de hoje. Deu muito certo. Uma volta, atrevo-me dizer, tão fantástica que o game ficou tão bom quanto os originais. Calma. O game não supera o Super Mario 3, por exemplo, mas é quase lá. Quase mesmo...

A capa entrega uma das novidades.

Quando peguei o jogo, torci o nariz, pois achei que o mesmo iria abusar das funcionalidades da stylus (a canetinha do DS). Graças a Deus estava enganado. O Jogo usa sim a tela de baixo (tela touch interativa) do DS, mas apenas como “suplemento” do controle. Ou seja, o game usa mesmo é o velho e querido direcional clássico e os botões que todo fã da série já está acostumado. A tela de baixo serve apenas como “mapa” e um botão extra para o jogador usar um “power-up” em situações de emergência. Algo parecido com o que havia em Super Mario World do Snes.

É só apertar no ícone da flor para usá-la.

Os gráficos são ótimos, são clássicos, são tradicionais e ainda assim modernos e com visual muito caprichado. Os mapas dos mundos são vivos, detalhados... e com muitos atalhos secretos. Tudo foi feito com muito esmero pela Nintendo. A jogabilidade permanece fantástica, como sempre. O som é, digamos, o velho e bom audio da série. O que posso fazer? O jogo é mesmo o bom e velho Mario levado (com melhorias) até o portátil DS.

O Mapa é quase "vivo".

Há muitas novidades neste game e, sem exceção, são todas muito boas. A começar pelo “mega cogumelo” que torna o narigudo encanador num gigante por um tempo limitado. Há ainda o oposto, um cogumelo que torna personagem em um mini Mario que consegue passar por lugares bem “apertados”. Algo parecido com o que acontece com Link no Zelda The Minish Cap.

O velho e bom gameplay.

Mas não para por aí, as fases estão mais inteligentes, há bem mais “puzzles” do que de costume. A riqueza dos cenários também é ponto forte, nenhuma fase parece com outra, embora algumas estejam no mesmo “mundo” e tenham semelhanças.

The Big Mario.

Infelizmente o jogo pecou num único detalhe: dificuldade. Embora em algumas situações o jogador arranque os cabelos, o game é muito fácil, mas muito fácil mesmo. O que ameniza esse bondoso grau de dificuldade é que o jogo deixa possibilidades abertas mesmo depois do “The End”. Como voltar para conseguir as três moedas de ouro de cada fase, achar os caminhos secretos nos mapas etc.

Eu acho que já vi esta fase antes...

New Super Mario Bros do DS. Se você pode, JOGUE!    


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Jogo Dezesseis, Battleatoads.


Com o jogo em mente e espada empunhada, liguei o Dingoo, na lista de games do Nes seleciono Battletoads. Eis que do além um voz estremece o ar que respiro:

- Quem ousa jogar Battletoads?
- Eu. - Respondi tentando esconder todo o meu medo.
- Sofrerás por isso, mortal. Hahahahaha...

Após a risada malévola, a voz some e deixa meu destino traçado. Jogarei Battleatoads e sobreviverei? Só o tempo e meus dedos irão dizer... Bom, depois desta introdução dramática (Quem jogou sabe o motivo do drama) vamos ao que interessa: Battletoads

Vai jogar? Boa sorte.

Como muitos já sabem, este jogo é tido como o mais amável dos mais odiados jogos da geração 8 bits, ou melhor, talvez de todas as gerações. Nenhum jogo conseguiu ser tão difícil e, ao mesmo tempo, tão cativante ao ponto de levar o jogador à loucura de jogar, jogar, jogar e não passar de fase.

Sapo Vs. Porco

Battletoads é um jogo de plataforma de "porrada" onde o jogador (ou dois jogadores) deve controlar um dos sapos guerreiros da história para resgatar um amigo e, adivinhe, uma princesa. No meio do caminho o personagem pode usar o que encontrar para bater nos vilões, até mesmo pedaços de inimigos destroçados. Outro ponto legal, quando você consegue uma sequência de golpes, a mão (ou o pé) crescem cartunescamente e desfere um golpe mortal. Comandos tradicionais: Um botão para porrada e outro para pulo, além do clássico "dois toques no direcional" para dar "ombrada" ou pular mais longe.


Perna de robô na cabeça deles ou...

... um "Big Punch out".


O jogo é famoso por sua dificuldade alta depois de poucos minutos de gameplay. Com gráficos bons, animações legais entre fases, jogabilidade certinha e uma trilha razoável, o game cativou mais fãs pelo desafio insano do que propriamente pela diversão.

Outro ponto de vista, o do "Evil Robot Boss".

Existe um misto de fases, o que torna o game bem legal. Os produtores foram criativos em diversos momentos. Por exemplo, quando enfrentamos o chefe da primeira fase, o jogo passa a ter a visão em primeiro pessoa do Boss. Em outra fase, o nosso personagem deve fazer rapel e lutar enquanto segura as cordas para não cair. Em outra, é preciso utilizar um veículo em alta velocidade. Só para constar, o game não se perde na mesmice. Até quando pausamos o jogo, uma música "bizarra"toca. Quer mais? Na terceira fase, os "inimigos" do jogo Space Invaders tentam roubar o "Life" do personagem, numa clara homenagem ao jogo de tiros. Mais? Tem: para ganhar pontos de vida o sapão tem que conseguir fisgar moscas com sua língua em alguns pontos dos cenários. Pois é, nada cai no "comum" aqui.

Curte rapel?

A fase onde 90% dos jogadores desistiram de jogar Battletoads é a fase onde nosso querido sapo guerreiro deve passar entre obstáculos de pedra utilizando um veículo que parece um jetsky. Não sei o que os programadores comeram no dia que fizeram tal fase, mas uma coisa é certa, até hoje eles devem rir do sofrimento alheio.

Eis a fase onde muitos se aposentaram.

Eu suei muito no meu regresso ao game, e de cara confesso, sem os “save state” que temos hoje como recurso, não sei se teria paciência e coragem de levar o jogo até o final. O importante é que retomei a série para me divertir e não apenas pelo desafio que outrora me fazia arrancar os cabelos.


Na tela, in game.

Bom, independente do apelo, Battleatoads ganhou várias outras versões em vários outros consoles, até um crossover com o (aclamado) Double Dragon. Se eu recomendo? Recomendo se você é um gamer hardcore, do tipo que joga Mega Man 1 sorrindo e assobiando. Se não é, bom, é melhor jogar algo mais parecido com The Sims.


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Jogo quinze, Adventure Island.



Um belo dia, passeando pela minha lista de games de Game Boy, eis que surge no menu o Adventure Island. "Ok, vou testar", pensei. 

Skate e boné?

Joguei muito Adventure Island no Nes 8bits, mas não havia testando ainda a conversão para o portátil da Nintendo. Pressionei o botão "Start" e já de cara comecei a jogar sem pestanejar. Na mesma manhã, comecei e terminei o jogo. Nem percebi que estava jogando quando o finalizei. Assim como para o Nes, o jogo ficou muito bom no Game Boy.

Cochilo...


Datado de 1991, o jogo de plataforma Adventure Island é muito viciante e cativante. Apesar de seguir rigorosamente o mesmo estilo de jogo, do início ao final, o game consegue nos prender numa diversão sem fim, bem old school. Sim, repetições aqui é o que não faltam. Embora tenha uma fase aquática aqui e outra ali, como em Super Mario Bros, tudo é muito linear. Bom, mas é este o estilo do jogo, e funciona bem.

Não vá derrubar o ovo, rapaz.

Você é o herói (óbvio, não?) que tem que percorrer várias ilhas, enfrentando inimigos, chefes de fases até finalmente conseguir encerrar a história de modo triunfante. Neste ínterim, o herói é servido por itens encontrados em ovos durante as fases. Destes itens, destaco a machadinha, o skate e os “dinossauros” que dão novas habilidades ao personagem. E antes que eu me esqueça, os comandos são: um botão para pular e outro para atacar. Simples assim. Esta versão, confesso, não tem o nível de dificuldade alto, mas os "buracos" que o personagem tem que saltar nas fases mais avançadas são sádicos

Sem comer as frutas, você não vai longe.

A versão do Game Boy ficou muito bem trabalhada, tudo se encaixa bem na tela, sem aquela sensação de “esta tudo tão pequeno”. Além disso, o tratamento de contraste/tonalidade ficou perfeito, mesmo nos tons de cinza tradicional do Game Boy, o jogo ganhou vida. 

O game roda lindo no meu Dingoo.  ;˜)

O game é muito divertido, é o que posso dizer sem medo. É tanto que fez muito sucesso, principalmente no Japão, onde se tornou o último jogo feito para o Nintendo 8bits, com a versão Adventure Island IV. Se você é ou não fã da série, dê uma chance a esta versão pocket. Bom, vou jogar Adventure Island 2 para o Game Boy, nos vemos em breve.